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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Minha Criança Interior precisa virar gente grande! (1)

FOI BOM por minha criança no colo, mas agora já está no tempo de satisfazer esse 'mimos' e/ou necessidades com meu lado maduro também. Só por hoje sou uma mulher de 28 anos que daqui 2 meses dará a luz a uma menina. EU sou adulta que precisa e quer aprender, com carinho e um dia de cada vez, a lidar com os meus sentimentos de forma amadurecida. Longe da perfeição, mas acompanhada da coragem para mudar o que eu posso, sabedoria para compreender o que eu não posso mudar e serenidade para que perto da espiritualidade eu não seja presa fácil do descontrole emocional.

Estou indo saindo para ir numa reunião de trabalho e vejo como uma ótima oportunidade de por em prática esse negócio de virar gente grande! rs

+24hrs de Serenidade Necessária!

Minha Criança Interior precisa virar gente grande! (2)

Bom dia blog!

A programação me ensinou a cuidar de mim mesma. E comecei satisfazendo necessidades da minha criança e adolescente interior mau resolvida do lar disfuncional de onde eu vim.

Parei de aceitar que minha mãe comprasse calcinhas para mim (ela sempre escolhia calçolões),
FOI BOM MAS... fiquei na doença com as calcinhas da Marisa, além de comprar compulsivamente, só comprava calcinhas sexy e de renda...

ter refeições saudáveis (meus pais conseguem ter bom cardápio como carne branca e salada, mas frequentemente é uma confusão na hr de comer)
FOI BOM MAS... passei a comer fora sem muita reserva para isso, para aprender a descobrir como ter bons hábitos alimentares

não me arrumava muito no dia a dia, porque no dia que queria provocar um ciúme estratégico no outro baixava a chacrete: td curto/apertado, maquiagem, rebolado, etc...
FOI BOM MAS... passei a me arrumar para mim e descobri um novo estilo: estar feminina sem me expor... só que me peguei com prioridades inversas (fiquei mais atenta quando a base de maquiagem acabou do que quando o óculos de grau quebrou...)

minhas roupas/maquiagem eram mt bagunçadas, então quando queria abstrair o mundo lá fora, ficava hrs para por td em ordem...
FOI BOM MAS... ainda me pego acumulando roupa suja p/ achar de tenho pouca roupa p/ usar e por isso tenho que comprar mais... :S

decidi morar sozinha FOI BOM MAS durante um tempo fugia dos meus pais, está 'livre deles' era mais importante do cuidar do bem-estar da minha nova casa... nisso já se foi 3 anos, e hoje sei que conviver com eles é ir ao local de ativa... mas tenho fé e compromisso com a programação que aos poucos vou conseguir manter minha individualidade sem eles me afetarem... com um alcoólatra que não frequentar mais o boteco, mas não tem problemas em ir num aniversário ou casamento só porque irão servir álcool.

+24hrs de Serenidade Necessária!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Pacífica sem ser Passiva

Não sei se é da geração de muitas pessoas, mas essa semana ('por acaso') me veio a memória 'ursinhos carinhosos'.

Acho que, nas devidas adaptações, era um desenho brócolis para minha ativa na infância... rs  

O conflito do desenho não era resolvido com violência e sim na união dos ursinho por meio de seus  'carinhos' em direção no céu... 

Apesar de brincar com uma réplica do ursinho em casa, o desenho não dava muita audiência comigo...
Acho que, mesmo criança, já tinha necessidade de assistir cenas de adrenalina. 

A recuperação me fez resgatar a mensagem de que os problemas podem ser resolvidos 
de forma serena sem ser submissa. 
Mais carinhosa e menos agressiva. Assertiva. 
Pacífica sem passiva!

Sessão Nostaugia:
Cena do Ursinhos Carinhoso no You Tube


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" A raiva e ódio contra uma pessoa nos ligam a ela com laços resistentes. A menos que sejamos capazes de perdoar, retornaremos a esse relacionamento inadequado ou nos envolveremos em outros similares e representaremos nosso drama ininterruptamente. Mas, ao perdoarmos e pedirmos perdão (ou nos corrigirmos), nós libertamos e somos libertadas.

   Perdoar não significa permitir que nos machuquem novamente; significa, entre outras coisas, desprender-se nos a ponto de não encararmos as ações de outros contra nós de maneira pessoal. Longe de nos tornar pessoas fracas que podem ser pisadas pelos outros, o perdão nos liberta de modo a nunca mais termos de nos deixar maltratar."
(Robin, Meditações Diárias para Mulheres que Amam Demais 'fevereiro')

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